quinta-feira, 24 de outubro de 2013

O Dilúvio Vermelho e a grandeza de Roberto

O jogo de ontem foi uma boa parábola acerca do que tem sido o Benfica esta época. Uma equipa a arrastar-se displicen quando a vlda lhe é facilitada e só quando leva uma bofetada e fica de rastos é que acorda e luta. Só que ontem a luta foi contra a intempérie e só um milagre conseguiria dar a volta ao mau resultado imposto por Dominguez.

Ou um milagre ou o Roberto.

Ooops...



Na época quente do Roberto, Jesus, teimoso e inflexível como é, parafraseou que o Roberto ainda havia de dar pontos ao Benfica. Não se enganou. Tal qual uma inevitabilidade trágica, o Roberto deu a sua habitual "casa", qual boneco de trapos com os bracinhos a esvoaçar ao sabor do vazio onde não havia bola nenhuma.

Roberto limitou-se a cumprir o que parece ser evidente para todos menos para o próprio ou para os seus treinadores. Roberto é bom entre os postes mas um desastre autêntico a saír deles. Não é psicológico, motivacional, conjuntural ou má vontade.

É uma clara, evidente e quase irresolúvel deficiência técnica. O homem não sabe saír a bolas pelo ar. Ponto final.

Roberto és grande! ... e finalmente fizeste o Benfica feliz!

Fora isso, o jogo de ontem (ou os 45 minutos onde ainda se conseguia jogar alguma coisa) mostrou que só umaa grande reviravolta na mentalidade dos jogadores conseguirá fazer o Benfica saír do limbo desta época.

Com campeonato, taça, taça da liga, Champions, o Benfica tem de ter, mais do que soluções no banco e plantel, vontade e querer mostrar que está aqui para as vencer a todas. Nem que sej apara perder tudo no fim da época. Mas esse é um momento que, embora trágico, só acontece a quem lutar para lá chegar.

A taça resolve-se já que calhou-nos logo o Sporting à 4ª eliminatória e se os putos continuarm com o tesão do mijo, ou nos levantamos e lutamos já, ou ficamos com menos uma competição para nos preocuparmos.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Ganha-se uns, perde-se outros

Ou quem dá tira ou o diabo a sete.

Será que finalmente caimos na real? Ou será que para a próxima jornada do campeonato e da Liga dos Campeões fazemos mais dois resultados que nos iludem até à próxima vez que cairmos outra vez na real?

O Benfica empata com o Belém num campo alagado sem condições físicas e anímicas da equipa, leva um banho de realidade chamado Ibrahimovic na Liga dos Campeões e de repente estamos seguros pelos arames do Estoril.

Ontem lutámos desesperadamente para manter uma esperança ilusória que nos vai arrastar este ano penosamente até ao fim. Tenho este assomo de lucidez até ao próximo resultado milagroso do Benfica que me vai deixar cego de esperança outra vez até ao próximo resultado miserável e assim sucessivamente.

Fica este post para memória futura, uma espécie de âncora à realidade onde me agarre na próxima vitória e onde venha dizer "eu sabia" na próxima derrota.

Se o Sporting passa do Natal, é campeão. O Paulo Fonseca não é treinador para vencer campeonatos, por mais Jackson que tenha, que, neste momento, pouco mais tem do que Jackson.

Nós? O carrocel emocional de sempre. A eterna ilusão.

Se formos campeões este ano, lembrem-me de cá vir ler este post para não caír naquela cegueira vermelha do "somos os melhores", que para merecermso alguma vitória que se veja este ano é necessário dar uma volta de 180º (ou 360, se for o Jesus a dizer isto)...

Bem hajam.

(P.S. Yay, Cardozo... Yay...)

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Uma imagem vale mais que mil palavras

Bem sei que há muito que não escrevo, a culpa é da Pandora que deitou fora a chave em idos de Maio e ainda não a encontrei.... tudo em redor do "vermelho saltitante" tem sido deslustroso e quase amoral, mas como repito eu nunca me zango, eu nunca te nego, apenas ando arredio...

Podia falar do apóstolo, do Jejum, do orelhas, dos sérvios, das conferências de imprensa do Abel Xavier, dos chapéus do Costinha ou do Montero esse "Jardel das linhas", mas não....
fica uma imagem que resume esta latrina de futebol em Portugal e uma frase pseudo-cómica:



Grande Marco, nunca mais substituis o Jejum....












E sabem que mais... "Isento, tens de ser Isento, Isento é.... mas é o adversário do Sporting na Liga Europa, caral*!#$"

Adeus e até uma próxima!

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Um gajo da Amadora II

Já havia escrito aqui. O facto de estar a treinar um dos maiores clubes do mundo, ganhar títulos, levar a equipa a finais europeias não apaga - e por vezes os adeptos esquecem-se - o facto simples do Jesus ser, antes de treinador do Benfica, apenas um gajo da Amadora. E ontem foi o gajo da Amadora que se virou à porrada à bófia no fim do jogo porque estavam a aviar um outro gajo do Benfica. E um gajo do Benfica, principalmente da Amadora, não se fica quando um outro gajo do Benfica está a levar nos cornos, mesmo que seja da bófia, foda-se. Embora ache que aquilo foi um flash back do final da Taça e Jesus virou-se ao polícia a pensar que era o Cardozo...

Jesus é grande, e como disse uma amiga benfiquista por SMS à minha benfiquista favorita, que entretanto me apresentava a sua análise sobre a alteração do paradigma religioso da contemporaneidade, onde Jesus já não oferece primeiro a face, arreia na bófia sem perguntar,:

O que faremos nós quando Jesus já não treinar o Benfica?

Adiante. Depois de uma pausa na escrita, porque basicamente estive as últimas duas semanas de papo para o ar na praia, voltámos ao campeonato. Depois de uma boa ronda na Europa, onde se ganhou com meia tranquilidade, tivemos neste fim de semana uma jornada animada.

Um Porto a jogar à Paços e um Sporting a passo.

Para Paulinho, o Fonseca, Jesus é todo poderoso e omnipresente. Jesus fala e abana a arbitragem nacional. Ondas de choque de Jesus atuam em todos os campos e, segundo Paulinho, o Fonseca, desgraçadinhos do Sporting e do Porto que foram roubados pelos árbitros, às graças de Jesus todo poderoso e influenciador das arbritagens...

Paulinho, volta mas é a treinar o Paços, que colocar o Porto a jogar à Paços dá nisso e só não saíste da Amoreira com uma derrota porque o Helton estava lá para agarrar as bolas do Luís Leal que estava possesso.

Paulinho, o Fonseca, devia era queixar-se por o árbitro não ter expulso o Otamendi quando devia, porque foi este que fez a falta - fora da área é certo - que deu origem ao penalti que galvanizou o Estoril, que não se atemorizou perante o Porto e nunca desistiu.

O Porto experimentou com o Estoril o que muitas vezes o Benfica sente. Que tudo o que é equipa pequena agiganta-se e joga como se não houvesse amanhã contra o Benfica.

Gostaria era de ver todas as equipas mais pequenas a fincar o pé com esta alma e garra mas duvido que as coisas a norte corram tão mal contra o Porto como correram a sul. Sintomático ou não é o que se passou nas tribuna VIP da Amoreira com o Presidente da AF Lisboa a encher o peito aos dirigentes do Porto e a levar nos cornos por isso. As coisas estão lentamente a mudar, pelo menos aqui para o Sul.

O Sporting caíu na realidade ao empatar com o Benfica e parece que isso os deixou engasgados. Mais um empate de uma equipa que está cheia de putos mas mostra não ter soluções no banco quando as estrelas se lesionam ou empancam. Leonardo Jardim, apesar de não ter ter tido uma grande penalidade assinalada a seu favor, ao contrário do choramingas Paulinho, o Fonseca, disse aquilo que toda a gente pensa mas se esconde atrás da hipocrisia institucional clubística habitual e colocou o dedo na ferida que muita gente não gosta.

É tão simples quanto isto:

«É uma hipocrisia os três grandes falarem de arbitragem quando são os mais beneficiados.» 


Ao invés de choramingar como o Paulinho, o Fonserca, Leonardo Jardim sabe de onde vem, onde está a treinar e o que diz. Tomem lá e embrulhem.

E finalmente, mais uma vez:

OSCAR

TACUARA

CARDOZO


Confesso. Acho que o Benfica fez mal em não vender o Cardozo pelos 12 ou 13 milhões que ofereciam. tem 30 anos, não vai ficar novo e daqui a duas épocas ninguém o quer e será uma sorte conseguirmos 5 milhões por ele. Mas porra. O homem parece o Jardel, mesmo sem querer enfia sempre uma lá dentro. E continua a dar pontos e vitórias. Admiro-lhe a capacidade e o profissionalismo, para além dos golos que marca e, espero eu, continue a marcar.

Vamos lá que já só estamos a 3 pontos e ainda a procissão vai no adro.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Deva Vu parte IV: O tesão do mijo do Sporting, o pouca coisinha arrancada a ferros do Benfica


Confesso que tenho saudades de jogos gloriosos, jogos cheios de garra, jogos cheios de emoção e surpresa. Jogos daqueles onde não sabemos o que se vai passar, onde tudo pode pender para qualquer lado, onde se irá destacar um génio que revolucione o que se está a passar em campo. Jogos como o dos 7-1 favorável ao Sporting ou o dos 6-3 favorável ao Benfica. Jogos de homem, jogos de antigamento.

Este jogo foi mais um deja vu. Nos últimos 14 anos os jogos entre o Sporting e Benfica nos estádios de Alvalade estão num impasse.

5 vitórias para cada lado e 4 empates, sendo o empate de sábado o culminar desse tédio entre as duas equipas.

Essencialmente o tédio sobressai do facto de os jogos entre estas duas equipas não contarem realmente para nada (exceção feita do dérbi de 2004/2005 na Luz aquando o penúltimo campeonato do Benfica pela mão de Trapattoni.)

Desde então ir a Alvalade não tem contado para muito mais do que discutir a Taça da 2ª Circular e o jogo de sábado não foi exceção em expetativas.

Senão vejamos.  

Deja vu nº 1

O Sporting entra cheio de tesão do mijo com a tática habitual de qualquer treinador do Sporting que joga contra o Benfica em casa e que basicamente é esta.

Bora-lá-caralho-somos-melhores-mais-rápidos-que-estes-cabeçudos-vamos-lá-carregar-em-cima-deles-eles-não-jogam-nada-corram-caralho-SPOOOOORTIIIINGGGG!!!-GOOOOLOOOOOOO-FOOOOOODAAAA-SEEEEE-TOMEM-LÁ-CABEÇUDOS-SOMOS-MUITA-BOOONS-VAMOS-GANHAR-ESTA-MERDA-SPOOOORTIIIIING!!!

Depois de 15 minutos as pilhas gastam-se, passa o tesão do mijo e o que era um pau capaz de vazar uma vista a qualquer puta de Monsanto é agora uma mangueira mirradinha a pingar mijinhas da ponta.

O Sporting já só tem três ou quatro putos como fôlego para correr desalmadamente lá para a frente e o Benfica que andou aos papéis duramte 15 minutos acerta com as marcações, recupera, reequilibra as coisas e marca o golo da praxe que ou dá para ganhar ou pelo menos empatar.

Deja vu nº 2. 

O melhor Sporting não ganha ao Benfica mais mediano

Dejá vu nº 3

O Benfica entra aos papéis a levar bolada sem saber exatamente onde está. Não entra com vontade, não entra com garra e durante 20 minutos limita-se a ver jogar. Não tem autoridade para se impor e normalmente tem uma sorte descomunal (aliada à normal inexperiência da juventude do adversário), que lhe permite não sofre golos ou sofrer apenas um.

Depois lembra-se que até sabe jogar à bola e tem jogadas treinadas ou jogadores que podem fazer a diferença. Eventualmente há-de alguém marcar. Um petardo do Cardozo, uma cabeçada do Luisão ou um puto qualquer que finta meio mundo e mete uma lá dentro. Pode ganhar ou pelo menos não perde. Toda a gente fica satisfeita e venha a próxima jornada à espera que o Porto perca pontos.

Deja vu nº 4

A miserável condição física de início de época de metade do plantel que leva a que dosi dos jogadores mais importantes tenham que ser substituidos ao intervalo. Mas não há um preparador físico decente no Benfica?


Deja vu nº 5. (Miscelânea)

O Maxi distribui fruta que parece o Mercado de Alvalade só leva um amarelo. Toda a gente o trata como se fosse um criminoso.

O árbitro não assinala um fora de jogo e não marca um penalti para uma das equipas, a outra diz que não ganhou por causa disso.


Estas obsevações referem-se ao jogo de sábado, podem referir-se a qualquer outro jogo.

Outra coisas mais evidente e preocupante é que a defesa do Benfica está cada vez mais lenta, mais velha e mais permeável e em vez de tentarem remediar ou resolver a coisa com os jogadores que compraram, vão emprestá-los.

Por outro lado temos Markovic com apenas 19 anos e cheio de tesão mas que mostra pormenores que podem vir a ser importantes no futuro imediato do Benfica. Só três jogos não dão para aferir certezas mas tenho confiança que ali haja jogador.

P.S. Cardozo afinal já é importante... se Jesus mostrou unidade no balneário com a atitude para com Maxi, reintegrar o Cardozo após esta trapalhada toda só mostraque a SAD não sabe o que fazer aos jogadores e ao treinador.

Eu sou o mais insuspeito fã de Cardozo mas estes pormenores mostram diferenças que serão importantes na gestão do plantel que que podem significar pontos numa maratona que é uma equipa de topo a jogar em quatro frentes durante uma época inteira.

A ver vamos.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Deja Vu, parte III: desta vez ao contrário.

Ver o Benfica para mim é um ritual mas um ritual que não é unívoco e, dependendo do contexto, com várias facetas. O ritual supremo e mais homogéneo é o de ir ver o Benfica à Luz, entre iguais, onde coletivamente bebo daquela humidade saturada de desejo de vitória que no fim dos 90 minutos pode estar cheia de partículas de euforia ou frustação e que passa de pulmão em pulmão de cada um dos benfiquistas que lá estão para nos sentirmos parte de um coletivo que respira cada minuto com o bem ou com o mal que se passou.

Outros  rituais coletivos com outras vicissitudes são também aqueles em que temos a alegria ver a bola no café ou em casa com amigos, que, devido ao facto de a vida não ser só futebol, pode acontecer não ser um ambiente tão homogéneo pelo facto dos amigos ou outros companheiros de visionamento não serem do mesmo clube.

As emoções são mais concentradas nos momentos chaves do jogo mas também mais dispersas. Normalmente há álcool, outras conversas que nos distraem dos tempos mortos dos jogos, alguem que sai à rua para fumar nervoso. Todo esse ritual vive de pequenas diferenças que o tornam numa experiência diferente mas com um sentimento muito mais indivudualizado. O ar que se respira num café não é o ar coletivo do Estádio da Luz.

Depois há aquele ritual mais obscuro que é ver a bola sozinho em casa.

Quando estás em casa és só tu e o teu clube. Tu, sentado em frente à TV, sem que ninguém te questione as opiniões, os juízos, sem que ninguém te censure os gestos, os gritos, as figuras, as rezas, os maneirismos. Tu e 90 minutos a combater fantasmas, as puxar pela equipa, a mandar vir com o árbitro, a gritar golo! a mudar de canal frustado mas que num esgar de arrependimento voltas ao canal naquela esperança que te agarra até ao fim.

Se na semana passada os 9 anos a perder pontos levaram a uma decisão coletiva de não assistir à primeira jornada do Benfica por já se saber o que iria acontecer, esta jornada havia a expetativa de que as coisas arrancassem. A pressão era alta. Ir a Alvalade com 6 pontos de atraso à terceira jornada seria um fardo demasiado pesado, demasiado cedo na época.

Duante o jogo, algumas evid~encias: fez-nos falta o Cardozo, o Maxi é apenas humano mas cada vez se parece mais com uma mina sobreexplorada já com muito pouco minério para dar, o Jesus continua com a corda na garganta...

De repente, dois golos depois da hora! Deja Vu. deitámos tudo a perder...

Não. Marca Markovic, marca Lima. Dois golos aos 92 minutos!

A entrada do puto Markovic, com aquele tesão dos 19 anos e a descomplexidade de quem quer vingar como jogador da bola, deu um fôlego inesperado à equipa. Faz uma arrancada pelo lado direito, tira um cruzamento.... nada! Mas colocou a defesa contrária em sentido. E de repente, o Golo!

Com este golo quase a acabar, fora do julgamento negativo coletivo, mantive-me agarrado ao ecrão na expetativa. Lima finalmente acerta com a baliza, depois de um cruzamento teleguiado de Sulejmani, uma tremenda injustiça para Gaitan que trabalhou incasavelmente durante 66 minutos para uma displicência quase desrespeituosa de Lima preante as ofertas do colega. Mas isso são incid~encias do jogo. Um jogo que tem 90 minutos mais 2


Afinal esta equipa ainda tem algo a dizer! Afinal a maldição dos 92 minutos não é só para nós.

Agora, Alvalade, para quebrar o tesão do mijo da lagartagem!

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Rola a bola: Deva Vu parte II

Ser do Benfica começa a ser um fardo que se repete cansativo e doloroso de carregar ano após ano.

Ontem tinha duas escolhas. Ficar em casa e ver o Benfica com a mais-que-tudo numa comunhão masoquista do assistir à mais do que expectável agonia do previsível ou ir prolongar a agonia das salas de cinema protuguesas ao dar a ilusão aos empresários que há ainda quem vá gastar dinheiro com a sétima arte com a compra de dois bilhetes para a mais recente fita do Neil Blomkamp.

Num assomo de vidência que se sobrepôs à ténue esperança que finalmente conseguiríamos entrar num campeonato a ganhar, decidimos ir ao cinema, sabendo que nada de bom saíria da escolha de ficar a ver o Benfica a arrastar-se 90 minutos pelo campo para um desaire anunciado.

Bem dito bem feito. Embora a fita do sul africano tenha ficado aquém das expetativas, ao menos foi uma aposta cujo desfecho se manteve em aberto até ao passar dos créditos finais. O mesmo não se passou com o início do Benfica nem tampouco do próprio campeonato.

Confesso que quase esgotei o que quer que tinha de vontade de ter esperança no mês de maio passado. Não me peçam agora para achar que este início de campeonato seria diferente. Um deja vu na derrota na Madeira. Um deja vu na vitória e na polémica do Porto em Setúbal. Um assomo de vitalidade num Sporting que joga sem nada para perder nem pressão absolutamente alguma.

A Jesus só lhe resta começar a ganhar já para a semana e não caír em Alvalade, se não esta época pouco passará de um deja vu do que tem sido o Benfica dos últimos 20 anos, exceção (e entatizo a exceção) dos campeonatos de Trappatoni e Jesus.

Triste é quando a desilusão de um filme se sobrepõe à expectável desilusão (passe o oxímoro) do início de época do Benfica.

Safou-se o Matt Damon e o Rodrigo...